Bittar se solidariza com Movimento Popular Pedágio Não

 
 

Jorge Bittar participou, no sábado (26 de julho de 2008), de reunião do Movimento Popular Pedágio Não, realizada no 2º distrito de Teresópolis, e voltou a manifestar seu empenho na busca de uma solução para o problema causado pela praça de pedágio da Concessionária Rio-Teresópolis - CRT, instalada no km 71,5 da Estrada Rio – Teresópolis - Além Paraíba (BR-116/RJ).

A praça de pedágio divide o município de Teresópolis e tem provocado o esvaziamento econômico do 2º distrito. Durante a reunião, diversos integrantes do movimento, entre eles o médico Jorge Mário (de camisa azul na foto), relataram as dificuldades dos moradores e as conseqüências para o comércio e os serviços locais em decorrência da cobrança do pedágio.

Participação popular

O deputado informou que já teve vários encontros com dirigentes da CRT e da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT com o intuito de deslocar o pedágio para outro ponto da rodovia, mas até agora ainda não houve uma solução para o problema. Bittar disse aos integrantes do movimento que, nas próximas duas semanas, deverá ser marcada a data da audiência pública que debaterá a questão. Ele aconselhou aos moradores da localidade o envio de um documento à nova direção da ANTT e frisou a importância da participação popular durante a audiência pública.

Jorge Bittar disse que considera excessivamente cara a tarifa cobrada, no valor de R$ 6,80, principalmente se comparada aos valores estabelecidos nas recentes licitações de rodovias em todo o país. Ele lembrou que, no próprio Estado do Rio, há pedágio que custa apenas R$ 1,00, fruto dos estudos técnicos e da nova política que foi adotada para as concessões.

Segundo ele, em contato recente com a nova direção da ANTT, foi informado de que a agência pretende rever todos os antigos contratos de concessões para adequar os valores à realidade. Bittar explicou que, nesse contato, manifestou sua opinião de que o problema do 2º distrito de Teresópolis se arrasta há anos e não poderia ficar na dependência do amplo estudo que a ANTT vai desenvolver. Para ele, a questão precisa ser resolvida com urgência.